
A alimentação brasileira é marcada por uma rica diversidade cultural e regional. No Centro-Oeste, ingredientes típicos como o pequi, a guariroba, a carne com banana e diversas frutas do cerrado representam mais do que tradição, são fontes valiosas de nutrientes que podem ser integradas a uma dieta equilibrada.
Neste artigo, exploramos a importância de valorizar os alimentos regionais, como usá-los em refeições saudáveis e o papel estratégico do nutricionista na promoção da alimentação típica brasileira.
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Alimentos do Centro-Oeste: tradição e riqueza nutricional
A região Centro-Oeste, que abrange os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, tem em sua culinária pratos fortemente influenciados por tradições indígenas, mineiras e sulistas. O uso de ingredientes como banana-da-terra, pequi, guariroba, milho-verde e diversas hortaliças do cerrado confere às receitas sabores únicos e alto valor nutricional.
Exemplos de alimentos típicos e seus benefícios:
- Pequi: rico em vitamina A e antioxidantes;
- Guariroba (gueroba): excelente fonte de fibras e minerais;
- Manga, araticum e cagaita: frutas nativas com alto teor de vitamina C;
- Mandioca e milho-verde: base energética natural e de baixo custo;
- Ervas como açafrão-da-terra e cheiro-verde: anti-inflamatórios e antioxidantes naturais.
Incluir esses ingredientes na dieta cotidiana não só contribui para a saúde, como também fortalece o vínculo com as raízes culturais da região.
Por que incentivar o consumo de alimentos regionais?
Além do aspecto nutricional, a escolha por alimentos típicos do Centro-Oeste traz impactos positivos para a cultura, a economia e a saúde pública. Dentre os principais motivos para incentivar o consumo de alimentos regionais, destacam-se:
- Preservação da cultura alimentar e das tradições locais;
- Valorização da agricultura familiar e dos pequenos produtores;
- Aumento da segurança alimentar e nutricional;
- Prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs);
- Redução da dependência de produtos ultraprocessados.
O resgate da alimentação regional é também uma forma de resistência à homogeneização alimentar imposta pela globalização, promovendo hábitos mais saudáveis e sustentáveis.
O papel do nutricionista no uso de alimentos típicos do Centro-Oeste
Profissionais da área da nutrição têm um papel fundamental na revalorização da alimentação regional, portanto, conhecer os alimentos disponíveis localmente, permite ao nutricionista:
- Elaborar planos alimentares alinhados à cultura e aos hábitos da população;
- Promover maior adesão ao plano alimentar por meio de sabores conhecidos;
- Fortalecer vínculos sociais e identidade alimentar nos grupos atendidos;
- Contribuir para a educação alimentar com base em ingredientes acessíveis.
A prática nutricional precisa levar em conta as condições sociais, econômicas, geográficas e culturais do indivíduo, tornando o alimento um elemento simbólico e comunitário, indo além da característica de simples recurso biológico.
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